» » » Infográfico faz mapeamento completo do cibercrime na América Latina

A Microsoft e o IDC se uniram para uma pesquisa sobre o cibercrime na América Latina e criaram um infográfico que mapeia a transformação deste tipo de ação na região com o avanço da tecnologia. O estudo ainda apresenta algumas soluções para o mercado corporativo reduzir custos e ampliar a segurança de seus dados na rede.
Segundo o documento, o número de dispositivos conectados na América Latina vai subir de 227 milhões para cerca de 700 milhões em 2018, sendo que, enquanto 38% eram dispositivos móveis há quatro anos, serão 80% nos próximos dois. Atualmente, já são 577 milhões de aparelhos conectados na região, sendo 76% móveis.
Este aumento na quantidade de dispositivos deve aumentar a movimentação de dinheiro de US$ 30 bilhões em 2012 para uma quantia próxima dos US$ 105 bilhões até 2018. E, claro, com o aumento no número de dispositivos conectados e de dinheiro em circulação, aumenta o cibercrime. Veja o infográfico:
O conselheiro-chefe de segurança da Microsoft nas Américas, Roberto Arbelaez, divulgou algumas dicas de proteção para o mercado corporativo, de modo a evitar que empresas acabem se tornando vítimas desses criminosos. Para o usuário comum, manter a atenção sempre no máximo e desconfiar de promoções e ofertas espetaculares, especialmente quando são produtos com preços muito abaixo do mercado. E jamais forneça dados de conta bancária ou cartão de crédito fora de apps ou sites acessados por links suspeitos. Só abra o banco digitando o endereço dele diretamente na barra do navegador.
Eis as dicas de Arbelaez para clientes corporativos:
  • Infraestrutura robusta – Para garantir um bom nível de segurança, é fundamental ter uma infraestrutura robusta. Portanto, deve-se investir em vários aspectos: arquitetura, design de um esquema de proteção, operações e práticas seguras, além de uma boa gestão de riscos.
  • Arquitetura – Pense na análise do projeto de uma prisão ou de uma base militar. Sempre devemos levar em consideração qual é a finalidade de um edifício. Ele abrigará réus de alta periculosidade? Que informações e objetos ficarão dentro de uma área militar?
  • Design – O sistema precisa ser projetado como um todo, já que ele é formado por um conjunto de componentes que devem ser protegidos individualmente. Uma infraestrutura segura leva em conta um design geral da solução sem deixar de prestar atenção à proteção dos dados. Dessa forma, há uma segurança específica para cada um dos elementos: servidores, computadores, a rede, os componentes de comunicação etc.
  • Operações seguras – Ao configurar um serviço ou registrar um usuário, essas ações estão relacionadas a uma interação com um sistema e também devem ser feitas com segurança. Uma pessoa pode até ter um automóvel extremamente seguro e equipado com os melhores acessórios de segurança, mas acabará sofrendo um acidente se dirigir bêbado ou ultrapassar o limite de velocidade da via.
  • Boas práticas – É preciso considerar as “boas práticas” que estabelecem qual é a melhor forma de atuar na maioria dos casos e das vezes. Precisamos saber como são essas boas práticas e adotá-las para ter uma referência de aprimoramento. Sem ter um objetivo, é impossível melhorar. E isso também é aplicável à segurança.
  • Gestão de riscos – Todas as empresas são diferentes. Cada setor tem suas próprias ameaças e exposições a riscos específicos. Por isso, é importante contar com uma referência. Quais seriam as circunstâncias de uma PME? Depende da área de atuação e da importância das informações com as quais essa empresa trabalha. Traçar um panorama de riscos gera certeza na hora de avaliar até que ponto deve-se otimizar o sistema e o que é preciso priorizar.
  • Computação na nuvem – A nuvem possibilita a realização de operações seguras por causa de sua arquitetura e de seu design de soluções. A arquitetura da nuvem assemelha-se a uma fortaleza. Ela já fica armada, e as operações e configurações são feitas pelo provedor, motivo pelo qual há menos exposição aos riscos.

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