» » CRÔNICAS GUAJARAMIRENSES - O Velho Capitão

Aliás, ele nem é velho! É um jovem Presidente Eleito da República Federativa do Brasil.
                  Venceu de lavada a eleição, para desagradável surpresa da petralhada que navega nas águas ultrapassadas do Castrismo, do Chavismo, do Carliprestismo e da falida URSS. Ideologias que se esgotaram no tempo e, aqui, se perderam no emaranhado da soberba de maus políticos, esses que desembocaram na socialização da corrupção, com malfeitos que levaram o patriarca do Partidão e outros comandados a ficarem trancafiados na Polícia Federal, lá em Curitiba, ou na Papuda, em Brasília.
                  No jovem Presidente vem resplandecendo idealismo, patriotismo, nacionalismo, garra e vontade indômita de acertar.
                  Convém recordar que o velho capitão tem formação adquirida na família da qual se orgulha; e seu caráter foi também forjado na Academia Militar das Agulhas Negras, que nele inoculou o ímpeto do guerreiro voluntarioso que aceita e vence missões, o que o levou a ser o democrata que é sem abdicar do direito de superar os desafios, cultivando o princípio de que Planejar, verbo transitivo direto, ao ser associado a outros como Organizar, Comandar e Controlar, deságua em eficácia, eficiência e efetividade.
                Um militar aprende que organizar e identificar os problemas, realizando um diagnóstico, é o caminho para a elaboração de metas, objetivos e estratégias que possam culminar em resultados. E isso tudo passa pela escolha de uma equipe competente, na qual o mérito será sempre enaltecido.
                  Sêneca, há quase 2 mil anos, já nos ensinava: “Nenhum vento será favorável ao navegante que não tem um destino certo”...
           E os governos militares que antecederam o ano de 1985 eram orientados pelo planejamento estratégico, planos de ação e programas desenvolvimentistas, que deram certo porque bem coordenados, cuja direção era para obter bons resultados econômicos e sociais.
                  Naquele tempo a minha geração sabia que os presidentes militares se preocupavam com a ampliação da oferta dos níveis de emprego, renda, produção e produtividade.
                  O poder civil assumiu em 1985, e o que se observou desde aí foi a democratização dos desperdícios, a falência da moralidade, o enaltecimento das frivolidades, o endeusamento dos patéticos, o aplauso aos neofariseus, a negação da virtude e o escárnio aos bons costumes.
                  Se eu estivesse no lugar do Jair Messias Bolsonaro, estaria me perguntando: “JB, como tu gostarias de transferir a faixa presidencial? Vaiado e preso como Lula, ou aplaudido de pé por todos os teus conterrâneos?”...
                  Por isso eu acreditei nas mensagens que tu, JB, nos transferistes via redes sociais. Mas, antes, tenho fé na tua formação moral, de caráter, no compromisso que tens com o teu País, síntese das milhões de famílias que representas.
                   Lembro que a História é perversa com quem fica soberbo e nada humilde mediante a intensidade de poder com que se vê envolvido, embalado por bajuladores que, de repente, não mais que de repente, passam ou o possam cercar.
                 Um malformado de plantão, não forjado na família representativa que cultiva princípios - esses que tu ostentas, Jair Bolsonaro - poderá tornar-se um déspota ou um aproveitador do jeito como antes já conhecemos, um dos quais virou réu e acha-se preso no Paraná, sujeitando-se a outras penas porque ficou soberbo e não tinha, nem tem, nem terá, as bases morais que tu tão espontaneamente carregas, por genes, por educação familiar e por formação profissional.
                   Vai, meu velho capitão! Vai, meu novo Presidente! Receba bênçãos e fluidos positivos! Afinal, representas os mais de 57 milhões de brasileiros que em ti votaram e que desejam a recuperação moral, econômica, administrativa e social do Brasil, para que possam novamente viver com autoestima elevada, sob a proteção de Deus, Pai e Criador!

                   Que assim Deus nos ajude!
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