Presidente comentou operação da Polícia Federal realizada na manhã de quarta-feira

Jair Bolsonaro Foto: PR/Marcos Corrêa

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (28), na saída do Palácio da Alvorada, que “ordens absurdas não se cumprem”. A fala faz referência à operação realizada pela Polícia Federal, na manhã de quarta-feira (27), em razão de decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de expedir mandados de busca e apreensão contra aliados de Bolsonaro.

– Nunca tive a intenção de controlar a Polícia Federal, pelo menos isso serviu para mostrar ontem [quarta]. Mas obviamente, ordens absurdas não se cumprem. E nós temos que botar um limite nessas questões. Não foi justo o que aconteceu no dia de ontem [quarta] – disse o presidente a jornalistas.

Bolsonaro também destacou que os alvos da operação realizada na quarta não são bandidos nem marginais, mas cidadãos e chefes de família que foram surpreendidos pela Polícia Federal em suas casas.

– Trabalhamos ontem [quarta] quase que o dia todo voltando para uma causa. Com dor no coração, ouvindo reclamos daqueles que tiveram sua propriedade privada violada, que não são bandidos, não são marginais, não são traficantes. Muito pelo contrário, são cidadãos, chefes de família, homens, mulheres, que foram surpreendidos com a Polícia Federal, que estava cumprindo ordens, batendo em sua casa – relatou.

Por fim, o chefe do Executivo destacou que está com “as armas da democracia na mão” e que vai honrar o juramento que fez ao assumir o cargo de presidente.

– Repito, não teremos outro dia igual ontem [quarta]. Chega! Chegamos no limite. Estou com as armas da democracia na mão. Eu honro os meus compromissos no juramento que fiz quando assumi a Presidência da República – completou.

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