Conteúdo, porém, segue em apuração pela Procuradoria-Geral da República
General Heleno Foto: Reprodução

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu pelo arquivamento da notícia-crime apresentada por parlamentares sobre uma nota do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, na qual ele citou que a apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro, como pediram alguns parlamentares, poderia resultar em “consequências imprevisíveis” para a estabilidade do país.

Ao analisar o caso, Celso de Mello arquivou a notícia-crime por já existir uma apuração preliminar aberta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), no mês passado, para apurar o caso. A medida da PGR, inclusive, segue em andamento. Segundo o ministro, a notícia-crime já “atingiu seu objetivo” pois a PGR tomou “as providências que entendeu pertinentes”.

A nota de Heleno, alvo da notícia-crime, foi divulgada no dia 22 de maio, como reação a uma decisão do ministro Celso de Mello. Relator do inquérito que investiga se houve interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, Mello havia enviado para a PGR pedidos de partidos políticos para que o celular do presidente fosse apreendido.

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